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Painel do Especificador






Dicas sobre pisos, e tudo para sua contrução!
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Dicas : Casa própria: como fazer uma boa negociação
em 4/9/2010 9:30:00 (39 leituras)


Foto: GettyImages


3 de setembro de 2010 - O Brasil vive um boom imobiliário com recordes de recursos para financiamento. O mercado está aquecido não só pela maior oferta de crédito, mas também pelo aumento da massa salarial. Mas quando é a hora de comprar a casa própria? O especialista em Consultoria Imobiliária e conferencista do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI-SP) e do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (SCIESP), Givaldo Alves de Lima, enumera os pontos que devem ser considerados para a decisão. Confira:

Quando comprar

O primeiro passo é verificar quanto dinheiro o consumidor pode disponibilizar, identificar que tipo de imóvel pode comprar e partir em busca dele.

Para saber quanto dinheiro pode usar, é necessário somar o que tem guardado, se tem FGTS e o valor de financiamento a sua renda permite.

Vale lembrar que o ideal é comprometer não mais que 20% da renda com as prestações porque, além das despesas iniciais - como registro, ITBI, alguma adequação física, etc - há outras no dia a dia, como condomínio e manutenção.

Por outro lado, os atuais contratos não possuem vínculo com a equivalência salarial e qualquer aumento acima do normal nos índices da TR (fator de correção das prestações) pode comprometer todo o financiamento.

É fundamental verificar se está com a documentação necessária para o financiamento. Se faltar algo, é bom providenciar enquanto pesquisa o imóvel.


Givaldo Alves de Lima


Busca pelo imóvel

É preciso achar vários imóveis com o perfil desejado, para poder escolher o mais conveniente em termos de preços e condições de financiamento.

Escolher o imóvel implica também em saber da infraestrutura urbana das proximidades e investigar junto à vizinhança possíveis incômodos existentes na região: barulhos excessivos, vandalismo, enxentes freqüentes, vizinhos incômodos, segurança...

Negociação e contrato

Escolhidos os imóveis mais convenientes, chega a hora de negociar sem medo e com um pouco de ousadia. Os vendedores mais experientes mostram uma certa inflexibilidade, mas são dobrados por um comprador paciente, que mostra que tem outras ofertas melhores. Se paciência é uma virtude, o é ainda mais nessa "compra da vida".

Cuidado: dinheiro não é tudo. Os termos do contrato são componentes importantíssimos a levar em conta na negociação. Leia atenta e pacientemente o Contrato, marcando os pontos duvidosos. Não é tarefa fácil, já que, por ser algo muito específico, até advogados têm dificuldades na interpretação.

Fique atento ao teor dos contratos propostos pelos diversos vendedores para imóveis equivalentes e leve em consideração as vantagens de cada proposta.

Tenha claros as dimensões do imóvel, o layout, o andar, quantas vagas de garagem, tipo de acabamento com o qual o imóvel será entregue e outros detalhes.

Procure escolher o sistema de amortização com menor oneração, qual seja, a tabela "SAC". Dê preferência a contratos que incluam um bom seguro contra desemprego, desde que os custos adicionais não sejam abusivos. Importante: você não é obrigado a fazer o seguro com o mesmo banco que está financiando o imóvel.

Confira no contrato se as taxas de juros, parcelas intermediárias e outros encargos estão descritos conforme conversado. Pergunte ao vendedor acerca de todos os pontos do contrato sobre os quais tenha dúvidas. Insista até que a explicação seja convincente. Tudo, absolutamente tudo o que for tratado, tem de estar escrito no Contrato.

Imóvel na planta

Se o imóvel ainda estiver na planta, alguns cuidados adicionais devem ser tomados, porque está havendo muitos atrasos de entrega, como admitem as construtoras isoladamente e entidades representativas da construção civil. De janeiro ao dia 10 de julho, por exemplo, quase quadruplicou, em relação a igual período de 2009, o número de queixas de consumidores que tiveram problemas com imóveis, segundo o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa do Consumidor (Ibedec). Setenta por cento delas foram de compradores que não receberam a moradia no prazo combinado.No Procon de São Paulo, aumentaram em 106,6% as reclamações desse tipo no 1º semestre.

O consumidor deve pesquisar o histórico da empresa no mercado, começando por uma simples busca na internet. Empresas que já prejudicaram compradores sempre aparecem, inclusive mencionadas pelos lesados. Se essa pesquisa não acusar nada, a empresa pode estar limpa, ou ser tão nova que ainda não apareça.

Pode-se também pesquisar nos arquivos virtuais do Procon e do Judiciário. Em ambas as pesquisas, é importante ter a razão social correta da empresa, e não apenas o nome fantasia.

É indispensável pedir à empresa uma lista de referências, com compradores dos últimos cinco anos. Comunicar-se com pelo menos 2 de cada ano, perguntando sobre o seu grau de satisfação.

Peça à empresa documentos que comprovem a situação legal do terreno junto à prefeitura e que o projeto do imóvel está devidamente aprovado.Sem isso, o comprador jamais obterá a escritura.

No contrato, deve haver prazo claro para a entrega do imóvel. Nunca aceite tolerâncias de atraso maiores que seis meses. Deve estar muito clara a cláusula que dispõe sobre a devolução do dinheiro pela construtora em caso de desistência do comprador causada por atrasos de entrega.

Consórcio

É uma boa opção para quem não precisa do imóvel com urgência e tiver reservas para dar um lance a médio prazo, para não depender apenas da sorte.

Imóveis usados

Uma parcela dos consumidores que estão partindo para um imóvel novo, está vendendo o seu usado. Portanto, há bons imóveis usados disponíveis, cuja negociação é muito mais flexível do que a dos novos; já que o vendedor pode estar com pressa. Os cuidados devem ser os mesmos que para comprar um imóvel novo, somados a um importantíssimo: a documentação desse imóvel e de seu proprietário; fator imperativo para se obter o financiamento.

Tendências do mercado

O que mais se procura hoje são os imóveis de dois dormitórios (39,9% do total, em maio).Os de três dormitórios responderam por 34,2% das vendas. Portanto, se você procura outro tipo de imóvel, deve haver boas ofertas, mas se você procura o mesmo que a maioria, não há problema: lembre-se de que está havendo mais ofertas do que procura.

Organização

Para garantir o sucesso dessa importante aquisição, compre um caderno para anotar tudo e todos os passos, inclusive dados, endereços, telefones, cartões de visita, prospectos, links de sites... Leve-o sempre consigo, consulte-o o tempo todo e registre tudo nele. Depois, guarde-o como recordação dessa inesquecível aventura.

Fonte: Portal Uai

(Gabriel Miranda)

Dicas : PROMOÇÃO: Toda linha de porcelanato em 6x sem juros
em 18/8/2010 9:10:00 (397 leituras)

A Mundial Acabamentos está com incríveis ofertas. Toda linha de porcelanato está sendo comercializada em seis vezes sem juros!


E ainda: pisos, azulejos, argamassas, duchas, aquecedores, flitros, lixeiras e muito mais. Tudo com preços imbatíveis!

Para conferir o panfleto da promoção, acesse aqui.

Mundial Acabamentos, viva sua casa!

* Promoção válida até 04/09/2010. 6x sem juros = 1x + 5x no cheque-pré, sujeito a aprovação de crédito. A promoção de 6x é válida somente para a linha de porcelanato.

(Gabriel Miranda)


Dicas : Como ter sucesso ao investir em imóveis na planta
em 6/8/2010 11:47:28 (321 leituras)

O aquecimento do mercado imobiliário têm feito com que muitos brasileiros apostem na compra de um imóvel na planta como forma de aplicar seu dinheiro

O aquecimento do mercado imobiliário, a alta oferta de crédito e os resultados não tão animadores de outras modalidades de investimento têm feito com que muitos brasileiros apostem na compra de um imóvel na planta como forma de aplicar seu dinheiro.


Esta era a aposta de pessoas que já atuavam no mercado e tinham familiaridade com o assunto. Porém, tem atraído um público diferente, desde quem está começando agora a aplicar o dinheiro, como jovens bem-sucedidos na carreira, até quem está querendo diversificar os investimentos, como os aplicadores de bolsa que não estão tão felizes com os resultados de suas ações.

Porém, investir em imóvel na planta não é para qualquer um, já que o valor inicial ou a entrada pode ser alto. Então, alguns não conseguem ter acesso a este mercado. "É indicado para quem tem um dinheiro guardado já. Você não encontra em São Paulo um apartamento por menos de R$ 150 mil", afirmou o sócio diretor da Vitacon Participações, Alexandre Lafer Frankel, que indica o investimento para diversificação. "Todo mundo deveria ter pelo menos 30% em imóveis, porque traz segurança".

Compra e venda

De acordo com Frankel, ao comprar um imóvel na planta, normalmente 25% de seu valor é pago até a entrega das chaves, o que pode demorar cerca de dois anos a dois anos e meio. Depois disso, o restante pode ser quitado à vista ou financiado. "Se esse imóvel, por 24 meses, valorizar 25%, o investidor pode ganhar o dobro do valor investido", explicou.

Um exemplo: pense em um imóvel de R$ 100 mil, em que você paga R$ 25 mil até a entrega das chaves. Restam R$ 75 mil para quitar. Porém, se o imóvel valorizou 25% desde o fechamento do contrato até a entrega, ele passa a valer R$ 125 mil. Se conseguir vender por este preço, você poderá quitar os R$ 75 mil e ainda sobrará R$ 50 mil, o dobro do que havia desembolsado (R$ 25 mil). "Existem algumas comissões e o imposto de transferência de imóvel, que deixa um pouco deste valor no meio do caminho", ponderou.

Ele lembra que a pessoa pode tentar vender o imóvel antes da entrega das chaves, porém, se ele não conseguir vender, terá de arcar com a unidade até o final. É por isso que ele disse que o mais seguro é a pessoa já ter um bom valor guardado. "Outro risco é de a construtora quebrar, mas hoje a lei protege mais o comprador", disse.

Compra e locação

A compra de um imóvel novo também pode ser feita pelo investidor para ingressar no mercado de locação. "Muita gente compra para locar, porque o prédio novo vem com itens mais modernos, então vai haver uma maior procura", argumentou Frankel.

Porém, é preciso ter dinheiro para arcar com o valor do apartamento e para mobiliar, após a entrega das chaves. De acordo com o sócio diretor da Vitacon, normalmente os investidores buscam ter, como retorno, algo em torno de 0,6% a 1% do valor do imóvel. "Quando compra na planta, se o imóvel valoriza, o aluguel também valoriza, podendo chegar a 1,2% do preço pago pela unidade, o que significa que se atinge uma renda bem melhor".

E o que determina essa valorização do imóvel? "Tudo é oferta e demanda", destacou Frankel, sobre o que determina se uma unidade vai valorizar mais do que outra. Hoje, se consegue uma valorização de mais de 20%. As unidades menores podem aumentar mais de preço, porque, mesmo assim, o valor total ainda é acessível para aqueles que têm mais renda.

"São Paulo, por exemplo, tende a se transformar em cidades como Londres, Tóquio e Nova York, em que o preço dos imóveis fica tão caro que as pessoas preferem uma unidade menor e bem localizada, até mesmo por causa do trânsito também. E tem um público single com tendência de crescimento", ressaltou, dizendo ainda que eles optam por unidades menores.

O que analisar?

Mas, para fazer uma boa aquisição de um imóvel na planta, seja para venda, seja para locação, é preciso atentar a alguns cuidados. Confira abaixo:

1 - Localização: O bairro tem demanda? Qual a renda dos moradores? Há capacidade de valorização, com a perspectiva de construção de metrô? Existe uma boa infraestrutura?

2 - Liquidez: O imóvel será facilmente vendido ou é uma unidade muito cara? Quanto menor o preço da unidade e sua metragem, mais fácil a comercialização.

3 - Projeto: A apresentação do empreendimento é boa? Ele tem quesitos de segurança? Quais os itens de lazer? Possui serviços pagos (lavanderia, arrumadeira e outros)?

"Mas nada disso adianta sem uma boa localização. Tudo gira em torno da localização. No Jardins, em que a demanda é alta, a probabilidade de compra também é alta, então tem tendência de ser um bom investimento", ressalta Frankel.

Ele ainda disse que, se o imóvel for para locação, é mais importante adquiri-lo próximo a universidades, grandes centros comerciais e metrô, onde é possível encontrar um público que está de "passagem" pela cidade, seja para fazer uma faculdade de cinco anos, seja para realizar um trabalho com prazo determinado. Porém, se for para venda, pense em locais em que famílias poderiam gostar, próximo de boas escolas, por exemplo.

Fonte: InfoMoney

(Gabriel Miranda)

Dicas : Mundial Acabamentos está apta para vender pelo Cartão BNDES
em 29/7/2010 9:34:45 (399 leituras)

Pessoas jurídicas que possuam o cartão já podem utilizá-lo em toda a nossa rede. Hoje, o cartão BNDES traz as melhores taxas (0,98% a.m.*) e os melhores prazos do mercado.

A Mundial Acabamentos está cadastrada como distribuidora e pode comercializar os produtos Incepa (louças e revestimentos), Roca (louças e revestimentos), Celite, Tintas Coral e Durafloor. O Cartão BNDES é um produto que, baseado no conceito de cartão de crédito, visa financiar os investimentos das micro, pequenas e médias empresas (MPMEs).

Procure uma de nossas lojas e obtenha mais detalhes.



* Taxa sujeita a variações mensais. Para saber o valor exato, acesse aqui.

(Gabriel Miranda)

Dicas : Economia na construção
em 28/7/2010 17:16:15 (415 leituras)

Concreto reciclado. Mais barato e resistente.

O pesquisador Daniel Simiele, da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira da Universidade Estadual Paulista (Unesp), inventou uma maneira nova de produzir concreto: substituiu a areia por resíduos de construção e demolição. Obteve um produto de 20% a 30% mais barato e com resistência 39,5% superior, em média, à estabelecida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Veja a seguir as etapas de produção do concreto reciclado.

1 Tritura dos resíduos

Restos de construção civil (principalmente de passeios públicos e de demolições) são triturados neste britador, que é equipado com várias lâminas. O resultado: uma mistura que parece areia, mas é um pouco mais grossa, que será empregada na produção do concreto.

2 Mistura

Ao substituir 60% da areia pela mistura, o pesquisador descobriu que o concreto reciclado tinha resistência mais elevada que o tradicional - acima dos 35 MPa (megapascal) requeridos pela ABNT. Também apresentou elasticidade 14% superior à exigida pela norma.

3 Fabricação dos blocos

Simiele fez peças pré-moldadas de diferentes espessuras - 3 e 6 cm - e concluiu que os blocos mais finos eram mais resistentes. Todos eles foram moldados em fôrmas de plástico de baixo custo. Assim, prefeituras de cidades pequenas e comunidades terão como produzir os tijolos.

4 Utilização

Os blocos de concreto reciclado podem ser usados na pavimentação intertravada - versão atualizada dos velhos calçamentos de paralelepípedo. Empregados em calçadas e praças, são perfeitos para orlas como esta, da Praia de Boa Viagem, no Recife.

Fonte: Estadão

(Gabriel Miranda)

Dicas : Tire suas dúvidas sobre construção e reforma em casa
em 21/7/2010 16:30:00 (551 leituras)

Os cuidados na reforma e construção de um imóvel são fundamentais para a segurança do morador. Antes de fazer um puxadinho ou alterar a fachada da casa, o engenheiro Abílio Borges, conselheiro do Crea-RJ, alerta para a necessidade de encaminhamento do projeto para aprovação da prefeitura e do acompanhamento da obra por um profissional de engenharia ou arquitetura. A manutenção do imóvel também deve receber atenção especial para que não haja problemas recorrentes de infiltração, quedas de vigas e pastilhas de revestimento externo do imóvel. No caso de casas e prédios antigos, rachaduras são problemas recorrentes.

Além dos cuidados com a parte estrutural do imóvel, há também os receios do morador quanto ao acabamento da casa que envolve a pintura, o sinteco e as instalações elétrica e hidráulica, observa o engenheiro do Crea-RJ que, abaixo responde a algumas perguntas frequentes sobre o assunto. E, até o fim de abril, Abilio Borges esclarece as dúvidas dos leitores do site do Globo que estão planejando fazer mudanças estruturais na casa ou construir um imóvel (envie aqui a sua pergunta).

Que tipo de obra e reforma num apartamento ou numa casa requer aprovação na Prefeitura?

Qualquer obra nova, projeto de ampliação ou alteração de fachada do imóvel deve ser encaminhada para a aprovação da prefeitura para que seja certificado se está tudo dentro da legislação do município. Para isso, é preciso que seja apresentado um projeto devidamente assinado pelo projetista e pelo futuro responsável pela obra junto ao registro de imóveis ou projeto de loteamento, a cópia da carteira do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura) do profissional responsável e comprovante de pagamento do Documento de Arrecadação do Município do Rio de Janeiro (DARM - RJ) e do IPTU.

De quanto em quanto tempo é preciso fazer manutenção do imóvel?

Normalmente, de cinco em cinco anos, o morador deve ter a preocupação com a manutenção da casa. Na parte externa do imóvel, os problemas mais recorrentes são os relacionados ao revestimento da fachada. Na cobertura, há problemas de vazamentos de telhas ou até de infiltrações na laje. Agora, os mofos se dão por defeitos de projeto. Isso eu aprendi na própria pele. Não é bom colocar armários, por exemplo, junto às paredes externas ou à do banheiro, pois a alteração de temperatura desses ambientes acaba gerando mofos no mobiliário e na parede.

Quais são os problemas que mais ocorrem nas obras sem a supervisão de um profissional?

Se não houver o acompanhamento de um profissional durante toda a obra, o prédio pode sofrer fissuras ou até cair. Cabe ao engenheiro, primeiramente, verificar toda a ferragem que vai ser usada antes da preparação do concreto, da argamassa. Prédios revestidos com cerâmica podem trazer muitos problemas, por exemplo. A massa utilizada para segurar as pastilhas na parede externa do imóvel sofre uma reação química, e, portanto, não pode ficar muito tempo sem uso. Por falta de uma devida orientação, o operário, quando volta do almoço, joga água na massa que estava usando pela manhã. Isso faz com que ela não tenha rigidez suficiente para segurar o azulejo, ou seja, a cerâmica, com o tempo, começa a cair. Não se pode também ter pressa para acabar uma obra, pois isso causa quedas de marquises, vigas e até de prédios inteiros. O profissional deve acompanhar e supervisionar todo processo dando as devidas orientações à equipe envolvida na obra para que não haja problemas futuros como esses.

Numa reforma que inclui pintura de parede e sinteco, qual deve ser realizada primeiro?

A pintura deve ser feita antes do sinteco. O profissional que faz geralmente está preparado para isso. Se você for pintar depois, a tinta vai cair no chão e assim, estragar o sinteco. No entanto, muitas vezes, a última mão da pintura do rodapé do imóvel é deixada para depois do sinteco, pois se finalizado antes, a pintura pode ser estragada na hora de fazer a finalização do sinteco.

Fonte: O Globo

(Gabriel Miranda)

Dicas : Confira a Revista Mundial Acabamentos
em 13/7/2010 15:00:00 (608 leituras)

A Mundial Acabamentos acaba de lançar a primeira edição da sua revista. Ela tem tiragem de 10 mil exemplares, periodicidade trimestral e é distribuída para clientes e pontos estratégicos da região da Zona da Mata mineira, como clínicas, consultórios, escritórios de arquitetura, clientes com obras em andamento e locais de grande circulação de pessoas.


A revista faz parte de um projeto nacional dos associados da Casa Vip que terá, no total, mais de 80 mil exemplares circulando em todo o país. O conteúdo é abrangente e relativo à nossa área de atuação: o fornecimento de material para a construção civil e as tendências do mercado imobiliário.

Confira a revista na íntegra neste link.

(Gabriel Miranda)

Dicas : Mundialito, o novo mascote da Mundial Acabamentos
em 21/6/2010 9:50:00 (804 leituras)



Mundial City é uma cidade habitada apenas por super-heróis. Em Mundial City, todos voam, resistem às balas, conseguem segurar locomotivas, enfim, é uma cidade onde todos são perfeitos. Será?

A única coisa que os incríveis habitantes da cidade não conseguem resolver são algumas tarefas domésticas como construir, reformar e ampliar. Eles simplesmente não sabem o que fazer quando precisam construir mais um quarto, cuidar de um vazamento ou levantar um muro, por exemplo.

Severino Super é um pacato super-herói que vive em Mundial City e tem uma vida dupla. Normalmente, ele é só mais um superpoderoso, mas quando alguém precisa de ajuda, ele corre pra cabine telefônica mais próxima e se transforma no Mundialito. Um jovem esperto, inteligente e talentoso que salva os habitantes da cidade quando estão diante de um grande desafio em suas casas.

A novidade é que a Mundial Acabamentos acaba de trazer o Mundialito para a Zona da Mata mineira.  Portanto, se alguém quiser melhorar, aumentar ou reparar alguma coisa em sua casa, procure a Mundial Acabamentos e conte com a ajuda do Mundialito, muito mais do que super!

(Gabriel Miranda)

Dicas : Aluguel de imóvel: saiba como fazer um contrato
em 19/6/2010 8:57:37 (738 leituras)

Emanuela Veneri, diretora da Arbimóvel, explica em entrevista à repórter Leticia Bragaglia quais são os direitos e deveres de proprietários e inquilinos



Fonte: Estadão

(Gabriel Miranda)

Dicas : Banho com chuveiro híbrido solar é o mais barato
em 24/5/2010 16:59:06 (829 leituras)

Estudo elaborado pelo Centro Internacional de Referência em Reuso de Água comparou o sistema com o chuveiro elétrico comum, aquecedor a gás, aquecedor solar e boiler

O chuveiro híbrido solar, sistema composto de aquecedor solar com chuveiro elétrico, é o mais eficiente do ponto de vista econômico. Essa é a conclusão de um estudo elaborado pelo Cirra (Centro Internacional de Referência em Reuso de Água), entidade vinculada à Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), que comparou o sistema com o chuveiro elétrico comum, aquecedor a gás, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico (boiler).

"O estudo foi desenvolvido com o intuito de avaliar qual sistema de aquecimento de água proporciona um banho mais econômico", conta o professor Ivanildo Hespanhol, líder da pesquisa. Foram avaliados quesitos como o custo de água, energia elétrica e gás, custo de cada equipamento utilizado e custo de instalação.

Segundo o estudo, um banho de oito minutos custa em média, entre consumo de água e energia elétrica, R$ 0,27 no chuveiro híbrido solar e R$ 0,30 no chuveiro elétrico. Esse mesmo banho sai por R$ 0,46 (53,3% a mais do que o chuveiro elétrico) com aquecedores solares tradicionais, R$ 0,59 (96,6% mais caro) com os aquecedores a gás e R$ 1,08 (246,6% a mais) com o boiler elétrico.

A explicação para a maior eficiência dos chuveiros elétrico e híbrido solar é o baixo consumo de água destes dois sistemas. O estudo mostra que a média anual do consumo de água no chuveiro elétrico foi de 4,2 l/min (litros por minuto). O chuveiro híbrido solar obteve uma média anual de 4,1 l/min, ou seja, 2,3% menor que o consumo do chuveiro elétrico. O aquecedor à gás obteve uma média de 8,7 (l/min), 207% a mais que o consumo do chuveiro elétrico, enquanto que a média do sistema de aquecedor solar foi de 8,4 l/min, ou seja, 200% maior que o consumo do chuveiro elétrico. Já o boiler elétrico teve uma média de 8,5 l/min, 202% maior que o consumo do chuveiro elétrico.

Para a realização deste estudo, foram instalados seis pontos de banho no vestiário dos funcionários da USP, sendo dois pontos com chuveiros elétricos, um com aquecedor a gás, um coletor solar, um híbrido e um aquecedor de acumulação elétrico (boiler). Entre janeiro e dezembro de 2009, esses funcionários voluntários, divididos em grupos, tomaram banhos sem nenhum tipo de restrição sobre abertura maior ou menor do registro, tempo de banho e posição de chave seletora de temperatura nos pontos determinados. A cada três meses, os grupos passaram de um ponto para outro. Os consumos de água, energia elétrica e gás foram medidos por dispositivos especiais e os dados enviados aos computadores do Cirra.

Segundo Douglas Messina, pesquisador do IPT (Instituto de Pesquisa Tecnológicas), o chuveiro híbrido solar tem se mostrado mais eficiente em várias pesquisas. "Esse sistema está sendo sugerido para uso em residências de habitação de interesse social por conta do menor consumo de água e pelo fato de ter o pré-aquecimento solar, o que economiza energia", afirma o pesquisador.

De acordo com ele, no entanto, isso não significa que os outros sistemas não sejam viáveis. "Os outros sistemas ainda têm que buscar alguma solução para a questão de economia de água, como acessórios que trabalhem com vazões menores", sugere. "Todos os produtos têm mercado. Não daria para utilizar, por exemplo, água aquecida por placas solares em hospitais, onde o sistema a gás é mais viável. Os engenheiros precisam sempre estudar a melhor solução para cada situação", completa.

O líder da pesquisa do Cirra, professor Ivanildo Hespanhol, concorda com a opinião de Messina. "Existem exceções porque a pesquisa se deu na cidade de São Paulo, mas em regiões como Nordeste e Sul, por exemplo, as temperaturas médias anuais são diferentes da de São Paulo. Além disso, o comportamento dos usuários e a cultura local também podem influenciar no consumo de insumos, o que interfere no custo do banho", finaliza.

Tabela 1: Custo de aquisição e instalação


Tabela 2: Consumo de água


Tabela 3: Custo por banho de oito minutos (água, energia elétrica e gás)


Tabela 4: Custo mensal para uma família de quatro pessoas (cada pessoa tomando um banho por dia)


Tabela 5: Perda de água até atingir a temperatura ideal de banho (quatro banhos por dia)


Fonte: PiniWeb

(Gabriel Miranda)

Dicas : Impermeabilização de boxe de banheiro
em 30/4/2010 14:32:53 (1207 leituras)

Preparo das áreas críticas antes da aplicação da emulsão asfáltica assegura melhor estanqueidade em superfícies frias

Regularização da superfície

Com argamassa pronta ou preparada no traço 1:4, a regularização deve ser feita com caimento mínimo de 1% em direção aos ralos. A superfície previamente molhada favorece a adesão ao substrato. Recomenda-se o acabamento desempenado da argamassa, com espessura mínima de 2 cm.


Arredondamento dos cantos

Os cantos devem ser arredondados com argamassa antes da aplicação do impermeabilizante. Excessos da massa devem ser retirados com esponja.


Rebaixamento dos ralos

O entorno dos ralos, suscetível a vazamentos, também é rebaixado com argamassa.


Imprimação

Sem diluição e sobre a superfície limpa e seca, a emulsão asfáltica é aplicada primeiramente nos ralos e rodapés - as áreas mais críticas - com broxa, trincha ou pincel.


Aplicação da tela

A tela estruturante de poliéster, aplicada na sequência tanto em ralos quanto em rodapés, eleva a resistência do sistema impermeabilizante.


Segunda demão

A emulsão asfáltica diluída conforme orientação do fabricante é aplicada sobre a tela estruturante nas áreas mais críticas e nas demais áreas a serem impermeabilizadas. Em boxes de banheiro, recomenda-se a impermeabilização de todo o piso e das paredes até 1,5 m de altura.


Teste de estanqueidade

Com os ralos vedados e uma lâmina de água com cerca de 5 cm de altura sobre a superfície, é necessário aguardar pelo menos 72 horas para assegurar a ausência de vazamentos.


Outras demãos

As demãos subsequentes são aplicadas sempre de forma cruzada em relação à camada anterior. O número de aplicações deve seguir a orientação do projeto de impermeabilização.


Fonte: Revista Téchne

(Gabriel Miranda)

Dicas : Cuidados para restauração
em 30/4/2010 14:30:00 (749 leituras)

Valor histórico de casas ou prédios comerciais pode ser recuperado com intervenções que exigem orientação profissional para evitar danos a patrimônios e gasto exagerado


Com a ajuda de profissionais competentes, a recuperação de imóveis antigos também pode ser ecologicamente correta, já que minimiza o problema da geração de entulho decorrente da construção civil. Mas, antes de comprar um apartamento ou casa antiga, é preciso alguns cuidados para que o custo compense o benefício.

A engenheira civil Izabel Souki diz que, antes de fechar o negócio, é importante levar um profissional ao imóvel para analisar instalações hidráulicas, elétricas e condições da estrutura. "Se for apartamento, é necessário avaliar, ainda, as instalações da estrutura do prédio e se há pontos de infiltração, para tentar identificar a origem do vazamento", aconselha.

O pré-requisito para comprar um imóvel é ele estar com a estrutura em bom estado e as instalações prediais, se for o caso, ter condições de uso. "Não é recomendado comprar um imóvel com infiltrações cuja origem essa na fachada, porque, neste caso, é possível que seja necessário recuperar também esta parte do prédio, inviabilizando financeiramente a reforma", adverte a engenheira.

Arquiteto, urbanista e professor dos cursos de arquitetura e urbanismo e de engenharia civil e ambiental da Universidade Fumec, Jacques Lazzarotto alerta para a importância de se verificar as questões legais que envolvem o imóvel. "É preciso verificarem se ele tem algum tipo de embargo ou impedimento, inventário, processo de tombamento ou se já é tombado".

O imóvel tombado é passível de questões legais. Por isso, o arquiteto e urbanista, professor da Fumec, Instituto Metodista Izabela Hendrix e UNI-BH Róccio Rover diz que, nesse caso, é necessário um projeto específico de arquitetura. "Além disso, para executar a restauração é preciso aprovação por um conselho de especialistas. Verificar a Lei de Uso e Ocupação do Solo para conhecer as potencialidades e as limitações construtivas também é fundamental", explica.

Também é importante uma vistoria do madeiramento (engradamento) do telhado, se houver, e das telhas. "É preciso fazer o mesmo com as esquadrias (portas e janelas) para verificar seu estado de conservação, ferrugens, empenamento, entre outros problemas, com o objetivo de avaliar e estimar o tipo de reparo (substituição de partes e peças ou recuperação) e os custos", esclarece Jacques Lazzarotto.

"Outro fator a ser observado é a relação com a vizinhança e com o entorno", completa o arquiteto. Em alguns casos, o imóvel oferece condições para restauração, mas, devido à localização, pode estar estigmatizado. Neste caso, o investimento na obra pode não compensar devido à desvalorização da área.

EXECUÇÃO


"É preciso providenciar as plantas de como construir ou realizar um levantamento prévio para evitar surpresas e realizar vistoria para verificar a existência de patologias" - Jacques Lazzarotto, professor de arquitetura e engenharia civil


Feito isso e examinada a documentação do imóvel (registros e plantas), agora é partir para a execução do trabalho. "É preciso providenciar as plantas de como construir ou realizar um levantamento prévio para evitar surpresas e realizar vistoria para verificar a existência de patologias antes de iniciar a obra. É fundamental ter a planta estrutural ou a avaliação de um engenheiro calculista para saber sobre as possibilidades de reforma", completa Jacques Lazzarotto. No caso de apartamento, ele ressalta que é preciso verificar as normas do condomínio para realização de obras.

Segundo a engenheira Izabel Souki, o profissional responsável pela restauração do imóvel tem de fazer um projeto que contemple layout, instalações elétricas e hidráulicas, planta luminotécnica e detalhamento de acabamentos. "É preciso ter um engenheiro para executar a obra. Além disso, é muito importante que o pessoal do projeto fique em sintonia com os profissionais que executarão o serviço", ressalta.

Na hora de fazer o projeto, antes de mais nada, deve-se levar em consideração o perfil das pessoas que vão morar no imóvel, como diz a engenheira Izabel Souki. "É importante saber um pouco de como funciona o dia a dia dessas pessoas. Um critério que sempre deve ser usado é a funcionalidade do ambiente. De nada adianta ter estética e não existir bem-estar", comenta.

Fonte: Portal Uai

(Gabriel Miranda

Dicas : Valorize o imóvel na hora da locação
em 30/4/2010 14:25:08 (546 leituras)

Deixar o imóvel em boas condições de uso agiliza locação e garante maior remuneração ao proprietário


Cássia Ximenes explica que a preparação do imóvel é importante para diferenciá-lo do restante da oferta



Com rentabilidade atrativa, o mercado de locação de imóveis recebe a cada dia novos investidores. Mas, por falta de informações sobre os meandros da atividade e pela pressa em recuperar o capital investido, muitos deles deixam de tomar alguns cuidados fundamentais para que o imóvel seja alugado rapidamente e por um preço razoável. Para a locação rápida, dizem os especialistas, não basta que o imóvel seja bem localizado e esteja dentro dos padrões de tamanho mais procurados pelos inquilinos.

O imóvel precisa também estar pronto para receber um novo morador, em bom estado de conservação e equipado com itens que facilitem a vida de quem pretende ocupá-lo. "A preparação do imóvel, seja ele novo ou usado, é importante para diferenciá-lo do restante da oferta. Tem de estar completo, limpo, com pintura nova e com tudo - portas, esquadrias, armários etc. - funcionando perfeitamente. Ao visitar o imóvel, o candidato a inquilino precisa ter a certeza de que ele está pronto para recebê-lo", observa a diretora da Silvio Ximenes Imóveis, Cássia Ximenes.

O diretor da Rede Netimóveis e proprietário das imobiliárias Resimóveis, Abril e Claro, Antônio Xavier, considera que os recursos aplicados na preparação do imóvel fazem parte do investimento necessário a quem pretende ingressar no mercado de locação. "Em média, o proprietário gasta de R$ 1 mil a R$ 2 mil no preparo do imóvel. Não querer investir numa pequena reforma ou adequação é um equívoco. Um imóvel preparado alcança preço de aluguel até 10% superior a outro que não recebeu o investimento e ainda é alugado de maneira mais rápida. Portanto, o proprietário tem condições de recuperar os recursos investidos também mais rapidamente ao longo do contrato", afirma.

Em linha de raciocínio semelhante, o diretor da Lar Imóveis, Luiz Antônio Rodrigues, lembra que quando o proprietário toma a iniciativa de fazer as reformas necessárias no imóvel fica com ele o controle de custos e a qualidade dos serviços a serem executados. "Além disso, com a atitude o proprietário evita que o inquilino barganhe no preço do aluguel ou peça carência para o pagamento, em função das deficiências que precisam ser corrigidas no imóvel", destaca.

Fonte: Portal Uai

(Gabriel Miranda)

Dicas : Para arquiteto, o morar é híbrido
em 20/4/2010 17:31:57 (519 leituras)

O arquiteto e designer Guto Requena cria as mesas Joly, que seguem o conceito de flexibilização do mobiliário

A clássica configuração da casa em área íntima, social e de serviços - típica dos modelos europeus do século 19 - está com os dias contados. Ao menos é o que aponta o arquiteto e designer Guto Requena, de 30 anos. "Se a família mudou, se os hábitos mudaram, seu espaço deve certamente acompanhar tais transformações", escreveu ele em sua dissertação de mestrado no Núcleo de Estudos de Habitares Interativos da Universidade de São Paulo (Nomads.usp).


"Se a família mudou, seu espaço deve certamente acompanhar tais transformações", diz Guto


A formação de novos grupos familiares com diferentes perfis não é o único aspecto comportamental a ser levado em conta nessa revolução em curso. O advento da cibercultura, acredita o profissional, traz um convite para o morador não só interagir com o computador e a internet, mas também com sua própria área residencial. Daí decorreria, entre outros fatores, o conceito da flexibilização dos espaços e do mobiliário.

Recém-lançadas no mercado por Guto, as mesas Joly parecem atender bem a essa característica dos lares atuais. São duas mesas que, unidas ou separadas, podem assumir funções diversas. "Pensei nelas como apoio para cozinhar, trabalhar e - uma brincadeira - até fazer amor", explica. Para tanto, a peça há que ser resistente, não? "Tanto que coloquei um reforço metálico nos pés dos móveis, porque achei o protótipo inicial muito frágil."

O processo de criação empregou um software para fragmentar a estrutura de MDF, revestida com recortes de lâminas de madeira. Como o mobiliário desliza sobre rodízios, fica rápido e prático rearranjar a distribuição.


Curioso é que as tais mesas foram criadas, inicialmente, para o próprio apartamento do arquiteto. O local é uma espécie de síntese do "Habitar Híbrido" defendido em tese por ele, que demoliu todas as divisórias do imóvel de 85 m2, na Rua da Consolação.

"Levantei apenas duas paredes em L, que compreendem um cubo central, com o bloco molhado, ou seja, cozinha, banheiro e lavanderia", conta. De resto, o espaço é livre e as peças de mobiliário - como as Joly e outras desenhadas pelo dono do pedaço - podem se adaptar a cada ocasião.

Quando o rapaz vira DJ em casa, por exemplo, agrupa tudo de tal maneira que haja local de sobra para os convidados dançarem. Por falar em balada, a boate Hot Hot, recém-aberta no centro de São Paulo, tem também projeto do arquiteto e designer, que, irrequieto, prepara uma nova coleção de móveis e luminárias.

Fonte: Estadão

(Gabriel Miranda)

Dicas : Fixação de cubas com silicone
em 14/4/2010 16:25:37 (688 leituras)

O silicone possui características específicas de uso para cada tipo de material. É preciso cuidado para aplicar o produto certo e garantir uma boa fixação

O silicone é uma solução cada vez mais usada na fixação de cubas, pois oferece um bonito acabamento e permite que a peça seja retirada e reinstalada sem danos. Na hora de realizar os testes de vazamento entre a peça, o ralo e o sifão, por exemplo, é possível mover a cuba nos minutos iniciais da fixação sem correr o risco de lascar ou manchar a cuba, facilitando a remoção para eventuais trocas.

Os silicones são encontrados nas versões incolor e branca. Independentemente da cor, o importante é escolher o tipo de silicone mais adequado para as peças a serem fixadas. Por isso, é preciso levar em consideração se a cuba é metálica ou louça e, ainda, se a superfície a ser fixada é granito, mármore, inox ou madeira. Comprando o produto certo, você evita agressões e manchas nas peças.

Embora o processo de fixação seja simples, alguns cuidados são indispensáveis. O principal é a limpeza. Tanto a peça quanto a base devem estar limpas e secas para garantir a aderência do produto.

Acompanhe, a seguir, a fixação e vedação de uma cuba de sobrepor em superfície de madeira para lavatório:

Ferramentas e Epi's necessários


Óculos de segurança, máscara, luva de borracha, capacete, pano úmido, silicone, pistola aplicadora, estilete, borrifador com água e detergente.


Passo 1


Borrife um pouco de água e detergente na cuba e bancada para remover a poeira e gordura da peça.


Passo 2


Seque tudo com um pano limpo. Se preferir, passe também um pouco de álcool para garantir a aderência do silicone e remover impurezas.


Passo 3


Com o estilete remova o lacre da embalagem e coloque o bico dosador na bisnaga.


Passo 4


Corte o bico dosador em um ângulo de 45º.


Passo 5


Com o auxílio da pistola aplicadora, contorne o fundo externo da cuba com um cordão de silicone de 2,5 cm. Em casos de peças embutidas, o silicone deverá ser aplicado na base.


Passo 6


Com cuidado, vire a cuba e encaixe-a na posição a ser fixada.


Passo 7


Gire a cuba levemente, para aderir a peça à superfície. O próprio peso da cuba garante o assentamento correto. Após 15 minutos, já é possível realizar a instalação hidráulica para verificar possíveis vazamentos ou defeitos na peça.


ATENÇÃO!

Nunca utilize martelo de borracha! A peça pode trincar ou ficar marcada.

Passo 8


Depois de verificada a instalação hidráulica, preencha a cavidade entre a cuba e a superfície com uma camada de silicone de aproximadamente 2 cm.


Dica


Durante o contorno da peça, aperte a pistola de forma contínua para garantir uniformidade na aplicação e evitar falha, como a da foto.


Passo 9


Para um acabamento uniforme, borrife detergente e água e contorne o dedo na peça para remover o excesso de silicone. A peça deverá descansar 24 horas.



Fonte: Revista Equipe de Obra

(Gabriel Miranda)

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